Ingressar em uma universidade no exterior exige planejamento, pesquisa e preparação que vai além de boas notas escolares
As universidades estrangeiras têm autonomia para definir seus critérios de admissão. Em geral, a avaliação não se limita a uma única prova
Além das notas, são analisados o histórico escolar, as disciplinas com melhor desempenho e a proficiência no idioma do país
Muitas universidades utilizam o Enem como parte do processo seletivo, não pela nota isolada, mas como uma forma de encerrar o ciclo do ensino médio
A nota do Enem pode facilitar o acesso a universidades em Portugal e também é aceita, de forma complementar, em países como Canadá, EUA, França e Reino Unido
Em países como Irlanda, Escócia e Inglaterra, o ensino médio brasileiro não é considerado completo para ingresso direto na universidade
Nesses casos, o estudante precisa cursar o Foundation Year: um ano preparatório que complementa a formação e adapta o aluno ao sistema local
Quem pretende estudar nos EUA deve começar a se preparar ainda no ensino fundamental, idealmente a partir do 9º ano
Universidades americanas valorizam portfólios com atividades fora da sala de aula, como trabalho voluntário, competições acadêmicas e olimpíadas escolares
Antes de decidir, vale refletir sobre o perfil pessoal e acadêmico: país, clima, tamanho da cidade e estilo de vida fazem parte da escolha
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